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SBM Offshore conclui financiamento de projeto FPSO Sepetiba

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A holandesa FPSO leasing especialista SBM Offshore concluiu o project finance do FPSO Sepetiba por um total de US $ 1,6 bilhão, que a SBM Offshore afirma ser o maior project finance da história da empresa.

O FPSO Sepetiba, anteriormente conhecido como Mero 2, está destinado a implantação no Brasil com a Petrobras.

A SBM Offshore disse que o financiamento do projeto foi garantido por um consórcio de 13 bancos internacionais com cobertura de seguro das Agências de Crédito de Exportação (ECA): Nippon Export and Investment Insurance (NEXI) e SACE SpA. Uma carta de intenções foi recebida da China Export & Credit Insurance Corporation (Sinosure) que pretende aderir a esta transação até o final do ano e irá substituir uma parte dos compromissos dos bancos comerciais, disse a empresa de produção flutuante holandesa.

O empréstimo é composto por quatro tranches separadas com um custo médio ponderado da dívida de 4,3%, uma maturidade de catorze anos após a conclusão para as tranches cobertas pelo ECA e uma maturidade de quinze anos após a conclusão das tranches não cobertas.

O FPSO Sepetiba é detido e operado por sociedade de propósito específico pertencente às empresas afiliadas da SBM Offshore (64,5%) e seus sócios (35,5%).

O navio terá uma capacidade de processamento de até 180.000 barris de petróleo por dia, uma capacidade de injeção de água de 250.000 barris por dia, uma capacidade de tratamento de gás associada de 12 milhões de metros cúbicos padrão por dia e uma capacidade mínima de armazenamento de 1,4 milhões de barris de petróleo bruto. O FPSO será distribuído ancorado em lâmina d’água de aproximadamente 2.000 metros.

A unidade será construída sob o programa Fast4Ward da SBM, que incorpora um casco multifuncional recém-construído, combinado com vários módulos de topsides padronizados, e deve ser entregue em 2022.

O FPSO Sepetiba será implantado no campo de Mero, na Bacia de Santos, offshore do Brasil, a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro.

O bloco Libra, onde está localizado o campo Mero, está sob Contrato de Partilha de Produção com um Consórcio formado pela Petrobras, como operadora, com 40 por cento, Shell Brasil com 20 por cento, TotalEnergies com 20 por cento, CNODC com 10 por cento e CNOOC Limited com Juros de 10%. O consórcio também conta com a participação da estatal Pré-Sal Petróleo SA (PPSA), como administradora do Contrato de Partilha de Produção.

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