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SBM assina contrato com a Petrobras para entrega de navio flutuante

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A SBM assinou uma carta de intenções (LoI) sobre o projeto em 3 de agosto. O contrato do FPSO Alexandre de Gusmão terá a duração de 22,5 anos de locação e operação.

O campo de Mero está localizado na Bacia de Santos, no litoral brasileiro, a cerca de 160 km de Arraial do Cobo, no Estado do Rio de Janeiro. O grupo espera o primeiro óleo em 2025.

Alexandre de Gusmão será o quarto FPSO do campo Mero. A SBM também está trabalhando no FPSO Sepetiba, que deve ser entregue em 2022

O consórcio Libra detém Mero. A Petrobras tem 40% de participação no grupo e é a operadora. Shell Brasil e TotalEnergies têm 20% cada, enquanto CNODC e CNOOC Ltd têm 10% cada. A Pré-sal Petróleo SA (PPSA) é a gestora do contrato.

A SBM disse que está trabalhando no design de seu programa Fast4Ward. A empresa disse que envolverá o casco Multi-Purpose Floater (MPF), com uma série de topsides padronizados.

O estaleiro disse que alocou seu quinto casco de MPF para o projeto. Tem previsão de conclusão da construção em 2024.

O FPSO terá capacidade de 180 mil barris por dia de óleo, com tratamento de 12 milhões de metros cúbicos por dia de gás. Também poderá injetar 250 mil bpd de água, ao mesmo tempo que armazenará 1,4 milhão de barris de petróleo.

A SBM disse que o plano previa que a embarcação fosse espalhada atracada, em cerca de 1.900 metros de profundidade.

Batendo na água

Em julho, a SBM fechou contrato com a Petrobras para o FPSO Almirante Tamandaré. Ela fornecerá este navio sob um contrato de arrendamento de 26,25 anos.

O FPSO Almirante Tamandaré vai operar no campo de Búzios, também na Bacia de Santos, a cerca de 180 km da costa. SBM planeja entregar este FPSO no segundo semestre de 2024.

Nos próximos quatro anos, a Petrobras planeja implantar 15 novos FPSOs em seis campos. O FPSO Guanabara no campo Mero tem início previsto para 2022, com o Sepetiba construído com SBM a partir de 2023 e o FPSO Marechal Duque de Caxias em 2024.

O Almirante Tamandaré, com 225 mil bpd de capacidade, é um dos três maiores que a Petrobras planeja implantar.

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