Óleo e Gás

Reinjeção de gás no Brasil bate recorde em setembro

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A reinjeção de gás natural em poços de produção brasileiros atingiu níveis recordes em setembro, de acordo com dados preliminares da agência reguladora de petróleo e gás do Brasil, ANP.

A reinjeção foi 4% maior em comparação com os níveis do mês anterior em 67mn m³ / d (2,37 Bcf / d), e 22% maior do que no mesmo período em 2020. A disponibilidade de gás natural compensou esse aumento na reinjeção, com seu nível mais baixo desde maio de 2020, em 48,8 milhões de m³ / d – redução de 12% em relação a agosto e redução de 7,9% em relação a setembro de 2020.

Parte do gás natural produzido em poços de petróleo e gás no Brasil é bombeado de volta para os poços para reprimir o reservatório e aumentar a produção futura de petróleo.

A reinjeção recorde ocorre em meio à pior seca do Brasil em 91 anos, que freou a geração hidrelétrica e aumentou a demanda do país por gás natural para geração de energia. Atualmente o Brasil está importando GNL para atender sua necessidade de geração térmica. Em setembro, dados preliminares do ministério da economia apontavam 694.191 toneladas (3 milhões de m³ / d ) de GNL importado.

Produção de gás natural

A produção total de gás natural no país foi de 133 milhões de m³ / d, 6,5% a mais em setembro do que no mesmo período do ano passado, mas 2,4% a menos do que em agosto de 2021.

O consumo de gás nas plataformas de produção para operar as operações foi 3,6 por cento acima dos números do ano anterior e 0,9 por cento abaixo do mês anterior, de 14,3 milhões de m³ / d. A queima aumentou 14% e 28% em comparação com o ano e o mês anteriores, respectivamente, em um total de 4 milhões de m³ / d.

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