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Prefeitura de Simões Filho apresenta proposta de Programa Escola Cívico Militar

Consulta Pública esclareceu dúvidas sobre a proposta de adesão ao Programa Nacional de Escola Cívico Militar, na manhã desta quinta-feira (10), em Simões Filho. O encontro foi promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria da Educação (Semed), reunindo a população, comunidade escolar do Padre Luiz Palmeira e líderes políticos.
“Nós estamos trabalhando em prol de uma cidade cada vez melhor. Conversamos com a comunidade e nesse sentido, estamos promovendo esse encontro de consulta pública, para encaminharmos o nosso desejo em aderir ao Programa. A população há tempos vem reivindicando nesse sentido e como o diálogo é uma prerrogativa dessa administração, hoje estamos aqui mais uma vez para decidirmos e esclarecer sobre o tema”, disse o prefeito, Dinha Tolentino.
O modelo de escola cívico-militar é uma proposta do governo federal, através do Ministério da Educação, para uma gestão escolar compartilhada entre educadores e militares. Um dos critérios é que a Unidade de Ensino tenha 500 a mil alunos, e contemplem estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental ou do ensino médio.
“Essa iniciativa contribui para uma educação ainda melhor e promove a melhoria da qualidade do ensino. A comunidade escolar abraça essa causa e estamos mobilizados em contribuir para a consolidação desse modelo de gestão e ensino. Além de possibilitar e aprimorar técnicas de ensino e o sentimento e comportamento cívico”, pontuou Eliane Nascimento, gestora da Escola Padre Luiz Palmeira em Simões Filho.

Como funciona

O modelo de Escola Cívico-Militar é uma proposta do governo federal, através do Ministério da Educação, para uma gestão escolar compartilhada entre educadores e militares, diferente do modelo das escolas militares mantidas pelas Forças Armadas.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as secretarias estaduais/municipais de educação continuam responsáveis pelos currículos escolares e caberia aos militares à atuação como monitores na gestão educacional. Na prática, a gestão da escola é compartilhada: professores cuidam da parte pedagógica e os militares, da administração e da disciplina.

Segundo o Ministério da Educação, a proposta do governo é implementar 216 escolas cívico-militares até 2023 com o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares em todo o País. Somente em 2020, o objetivo será 54 unidades. O foco do programa é ter uma gestão de excelência com uma equipe híbrida composta por civis e militares. Têm preferência as instituições de ensino com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e em situação de vulnerabilidade social.

Para aderir, os municípios devem solicitar junto à Secretaria Estadual de Educação, uma vez que, inicialmente, serão dois colégios por unidade da Federação.

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