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Petrobras inicia produção de petróleo e gás por meio do FPSO no campo de Mero

A produção de petróleo e gás começou a partir do FPSO Guanabara offshore no Brasil, o primeiro sistema de produção definitivo instalado no campo de Mero, operado pela Petrobras, no pré-sal da Bacia de Santos. Mais três FPSOs estão planejados para implantação no campo de Mero.

O campo de Mero está em pré-produção desde 2017 com os 50.000 barris de óleo por dia FPSO Pioneiro de Libra.

O FPSO Guanabara tem capacidade para processar até 180 mil barris de óleo e 12 milhões de m3 de gás, o que representa 6% da produção operada pela Petrobras, contribuindo para o crescimento esperado da produção da empresa.

Mero é o terceiro maior campo de petróleo do pré-sal, atrás apenas de Búzios e Tupi. O FPSO, construído e operado pela Modec, chegou ao campo de Mero no final de janeiro de 2022.

Após a chegada, o FPSO Guanabara, com 332 metros de comprimento, foi conectado a poços e equipamentos submarinos e passou por testes finais antes de iniciar a produção.

No primeiro lote, seis poços produtores e sete injetores serão conectados ao FPSO. Espera-se que o FPSO atinja o pico de produção até o final de 2022.

“O início da produção do primeiro FPSO permanente no bloco Libra é um novo marco para a TotalEnergies no Brasil. Este start-up, juntamente com a entrada nos campos de Atapu e Sépia, assinado oficialmente em 27 de abril, aumentará a produção da TotalEnergies no pré-sal da Bacia de Santos, uma área chave de crescimento para a empresa, em 30.000 barris por dia no segundo trimestre e em 60.000 barris por dia no quarto trimestre de 2022 para atingir 120.000 barris por dia até o final de 2022. disse  Patrick Pouyanné,  presidente e CEO da TotalEnergies, parceira da Petrobras no campo de Mero.

“Esse desenvolvimento continuará com a adição de três FPSOs nos próximos anos, todos já em construção, que entregarão produtos de mais de 650.000 barris de óleo equivalente por dia em 2026. Com grandes recursos e uma produtividade de poços entre as melhores do mundo, este desenvolvimento ilustra a estratégia da TotalEnergies de focar em ativos de baixo custo e baixas emissões.”

O FPSO está localizado a mais de 150 km da costa do estado do Rio de Janeiro em lâmina d’água de até 1.930 metros.

Gerenciamento de CO2

O FPSO Guanabara possui sistemas de reinjeção de gás, onde a produção de gás com teor de 45% de dióxido de carbono (CO2), após autoconsumo no FPSO, será todo reinjetado no reservatório para manter a pressão e melhorar a recuperação do óleo, em além de reduzir a liberação de CO2 na atmosfera.

A reinjeção do gás será feita alternadamente com a injeção de água (Water Alternating Gas – WAG).

“Além disso, o campo de Mero está desenvolvendo uma tecnologia inédita para separar, no fundo do mar, gás rico em CO2 do óleo para reinjeção do fundo do mar, reduzindo a quantidade de gás que chega ao FPSO, aumentando assim a disponibilidade do FPSO para óleo e a eficiência do projeto. “, disse Petrobrás.

“O projeto Mero 1 faz parte de um dos mais robustos programas de captura, uso e armazenamento geológico de CO2 do mundo – chamado CCUS. 2025”, disse a Petrobras.

The unitized Mero field is operated by Petrobras (38.6%), in partnership with Shell Brasil Petroléo Ltda (19.3%), TotalEnergies EP Brasil Ltda. (19.3%), CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda (9.65%), CNOOC Petroleum Brasil Ltda (9.65%) and Pré-Sal Petróleo S.A-PPSA (3.5%), as the Federal Union’s representative in the non-contracted area.

Em 2023, a produção está prevista para começar a partir do Mero 2 (FPSO Sepetiba), em 2024 do Mero 3  (FPSO Marechal Duque de Caxias) e em 2025 do Mero 4 (PSO Alexandre de Gusmão). Cada FPSO terá capacidade de produção de 180 mil barris por dia.

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