Petróleo

Petro-Victory adquire três campos de petróleo em terra no Brasil

A Petro-Victory Energy adquiriu uma participação ativa de 50% em três campos de petróleo em terra no Brasil por uma consideração de US $ 4,68 milhões.

A empresa já pagou um depósito de 7,5% de US $ 0,7 milhão, enquanto os US $ 3,98 milhões restantes deverão ser pagos mediante aprovação da Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustível do Brasil (ANP).

A Petro-Victory espera a aprovação até o primeiro semestre do próximo ano.

As concessões de produção onshore incluídas na aquisição são a Lagoa Parda, a Lagoa Parda Norte e a Lagoa Piabanha. Todos os três campos estão localizados na Bacia do Espírito Santo.

A empresa concluiu a transação em parceria com a Imetame Energia como parte das negociações bem-sucedidas do contrato no processo de desinvestimento da Petrobras que está em andamento.

Com a aprovação da ANP, a Imetame atuará como operadora dos campos de Lagoa Parda descobertos pela Petrobras em 1978. Cerca de 139 poços foram perfurados nesse campo e atualmente produzem um total de 19Mmboe.

Segundo a Petro-Victory, a produção deverá ser de aproximadamente 200 boepd em quatro poços este ano.

A Petro-Victory e a Imetame planejam aumentar a produção para 580 boepd no primeiro ano de operações, executando um programa de trabalho.

A Petro-Victory disse que nenhuma perfuração adicional é necessária para alcançar a produção esperada.

Sob o programa de trabalho inicial, as empresas devolverão à produção 29 poços existentes, que foram suspensos devido a restrições mecânicas.

O CEO da Petro-Victory, Richard Gonzalez, disse: “Com a compra do Campo de Lagoa Parda, a Petro-Victory e a Imetame Energia agora detêm em conjunto um total de oito licenças em uma parceria 50-50 (ES-T-354, ES-T-373, ES -T-441, ES-T-487, ES-T-477, Lagoa Parda, Lagoa Parda Norte e Lagoa Piabanha).

“Os Campos de Lagoa Parda expandem significativamente o portfólio de ativos produtores de petróleo da Petro-Victory na Bacia do Espírito Santo, acelerando nosso crescimento na produção onshore, fluxo de caixa e lucratividade.”

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