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Novo plano do Porto de Santos gera temor por corte de até 2.000 vagas

Autoridades sindicais e trabalhadores do Porto de Santos protocolaram nesta segunda-feira (25), em fórum aberto ao público na cidade de Santos, no litoral sul de São Paulo, uma proposta que será apresentada a Codesp (Companhia das Docas do Estado de São Paulo) requerendo participação no PDZ (Plano de Desenvolvimento e Zoneamento).

O principal temor é de que o novo plano, que tem previsão de ser divulgado em fevereiro do ano que vem, conte com a não renovação de contratos com sete terminais gerando, ao menos, duas mil demissões diretas e até cinco mil indiretas.

Uma complicação com relação ao PDZ dificultaria os planos da Codesp de preencher os critérios classificatórios para obter a delegação de autonomia, o que permitirá a empresa voltar a realizar editais de licitação e celebrar contratos de arrendamento, algo hoje centralizado pela Antaq (Agência Nacional de Transporte Aquaviários).

O encontro foi promovido pela Fundação Settaport e o Fórum da Cidadania de Santos. O presidente da Codesp, Casemiro Tércio de Carvalho, não compareceu ao evento. Assim que anunciada a ausência, o nome foi vaiado por parte dos presentes.

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