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Mineradora brasileira CBMM pretende vender 45 mil toneladas de óxido de nióbio até 2030

A mineradora brasileira CBMM espera vender cerca de 45 mil toneladas de óxido de nióbio até 2030, aumentando a turboalimentação de apenas 100 toneladas este ano, visando a demanda de fabricantes de veículos elétricos, disse o vice-presidente da empresa à Reuters na terça-feira.

O óxido de nióbio, um metal raro, pode ser usado na produção de baterias, mercado que deve crescer nos próximos anos, impulsionado pela demanda por fabricantes de veículos elétricos.

Ricardo Lima, vice-presidente da CBMM, disse em entrevista que as vendas de óxido de nióbio subiriam para representar cerca de 25% da receita da empresa até 2030 se suas previsões fossem cumpridas.

Lima acrescentou que a CBMM já é líder de mercado nas vendas de óxido de nióbio, embora a maioria deles não seja comercializada na fabricação de baterias.

Ele disse que a empresa tem 50% do mercado mundial em outros usos do metal, o que inclui a fabricação de lentes e supercondutores para aparelhos de ressonância magnética.

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