Economia

Mercado de fusões e aquisições registra pico

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A venda da fabricante de produtos químicos Oxiteno pelo grupo Ultra à asiática Indorama Ventures por US $ 1,3 bilhão, a oferta da operadora de hospitais Rede D’Or para a prestadora de serviços de saúde Alliar e a aquisição da fábrica de massas Santa Amália pela gigante alimentícia Camil reforçam o movimento de consolidação e expansão em diversos setores da economia.

A distribuidora de medicamentos e produtos médicos Viveo, que arrecadou R $ 2 bilhões em seu IPO no início deste mês, também anunciou a compra da Profarma Specialty e Cirúrgica Mafra, por R $ 900 milhões. E a Bemobi, empresa de serviços digitais, comprou a chilena Tiaxa, especializada em microfinanças.

Além disso, por meio de seu fundo Terras FII, a Riza Asset adquiriu propriedades agrícolas da administradora de ativos canadense Brookfield.

Mais capitalizadas, as empresas que abriram o capital neste ano buscam oportunidades de expandir sua atuação no país, afirma Gustavo Miranda, do banco de investimentos Santander. Diogo Aragão, da área de fusões e aquisições do Bank of America (BofA), diz que muitas operações que devem ser anunciadas este ano estão sendo antecipadas devido ao cenário mais volátil de 2022, por conta das eleições presidenciais e da reforma tributária prevista.

Dados da consultoria Dealogic mostram que de janeiro a segunda-feira, o total de transações chegou a US $ 61,7 bilhões, um aumento de 250% em relação ao mesmo período de 2020. O mercado espera que transações mais importantes ocorram em 2021. Entre elas a venda da Echoenergia até da empresa de private equity Actis e de ativos adicionais da Petrobras

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