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Mais de 200 toneladas de resíduos de óleos foram coletadas em praias do NE

A Petrobras informou que já coletou, em um mês, mais de 200 toneladas de resíduos oleosos (mistura de óleo e areia) nas praias atingidas por óleo no Nordeste. A companhia reiterou que o produto não tem origem nas operações da empresa e que os custos das atividades de limpeza serão ressarcidos, conforme informado pelo Ibama.

A estatal permanece, nesta quarta-feira (16/10), com diversas equipes em campo. Segundo a petroleira, a companhia vem dando apoio permanente ao órgão ambiental desde o dia 12 de setembro.

Ao todo, a Petrobras mobilizou cerca de 1.700 agentes ambientais para limpeza das áreas impactadas e mais de 50 empregados para planejamento e execução da resposta.

A empresa esclareceu também que foram acionados cinco Centros de Defesa Ambiental (CDA) e nove Centros de Resposta a Emergência. Os CDAs são instalações da Petrobras distribuídos em diversas regiões do país, de modo a complementar os recursos de resposta a emergências de vazamento de óleo das unidades operacionais da companhia.

Além dos CDAs, cada unidade possui equipamentos e recursos para resposta imediata nos seus Centros de Resposta a Emergência.

A análise das amostras realizadas pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) atestou que o petróleo cru encontrado em praias do Nordeste não é produzido no Brasil, nem comercializado ou transportado pela companhia.

“A atuação da Petrobras na limpeza das praias é feita por solicitação e coordenação do Ibama, órgão responsável pela estratégia de contenção do óleo. Desta forma, estabeleceu-se uma rotina de comando coordenado, onde as decisões estratégicas de resposta são tomadas pelo Ibama, com apoio técnico da Petrobras”, informou a estatal.

Segundo a Petrobras, a partir destas decisões, a empresa mobiliza e implementa no campo as atividades de limpeza nos locais prioritários indicados, bem como a destinação final do material recolhido”, esclareceu a empresa, em comunicado à imprensa.

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