Economia

Inflação se intensifica com preços ao produtor aumentando mais rápido em sete anos

Os preços ao produtor no Brasil subiram em fevereiro na taxa mais rápida desde que recordes comparáveis ​​começaram há sete anos, dados mostraram nesta terça-feira, intensificando as pressões de “estagflação” em uma economia que luta com taxas de juros em alta, moeda fraca e COVID galopante 19 pandemia.

As taxas mensais e anuais de inflação na fábrica na maior economia da América Latina saltaram para 5,2% e 28,6%, respectivamente, as mais altas desde que a série de dados da agência de estatísticas Ibex começou em janeiro de 2014.

Os preços subiram em cada uma das quatro principais categorias pesquisadas e em 23 das 24 atividades pesquisadas, com destaque para a alta de 27,9% nos custos de mineração no mês, que responderam por cerca de um terço da alta geral.

Os custos de refino de petróleo e produção de álcool aumentaram 12,1% no mês, respondendo por mais de um ponto percentual do aumento mensal mais amplo, disse o BILGE.

Em uma base anual, o maior aumento em fevereiro foi um aumento de 87,6% na inflação da indústria de mineração, disse o IBGE. Mas a inflação dos preços dos alimentos contribuiu com quase 8 pontos percentuais ou mais de um quarto do aumento anual geral.

O banco central elevou este mês as taxas de juros em 75 pontos base para 2,75% – o primeiro aumento em seis anos e o maior em mais de uma década – porque as expectativas de inflação dos preços ao consumidor estão subindo acima da meta central do banco para o fim do ano, de 3,75%.

Voltar ao Topo