Energia

Grupo de energia da China busca novas metas no Brasil após acordo de US $ 2 bilhões

Investment Corp Poder de Estado da China está à procura de novos alvos de aquisição no Brasil, mesmo depois de passar 7,2 bilhões de reais (US $ 2 bilhões) para uma licença para operar uma usina hidrelétrica no país em setembro passado, um executivo sênior à Reuters.

“O Brasil é uma das principais prioridades regionais para a expansão do grupo”, disse Adriana Waltrick, chefe de país da SPIC, como é conhecida a empresa chinesa.

A SPIC, que opera em 41 países e possui capacidade de 120 gigawatts, pretende expandir sua capacidade em 30 gigawatts em todo o mundo até 2020. No Brasil, o grupo chinês controla 2 gigawatts, incluindo uma usina hidrelétrica na região centro-oeste do Brasil. como dois parques eólicos no nordeste.

A SPIC pode adquirir empresas ou licitar licenças para construir novas capacidades, disse Waltrick em uma entrevista na terça-feira.

A empresa já planeja construir cerca de 280 megawatts em novos parques eólicos, embora isso dependa de sua capacidade de ganhar licitações competitivas em que o governo brasileiro oferece acordos de compra de energia com geradoras de energia. O próximo leilão de energia está agendado para agosto.

Waltrick se recusou a comentar sobre uma potencial oferta para a hidrelétrica de Santo Antônio, no norte do estado de Rondônia, que foi colocada à venda por seus proprietários, a Companhia Energética de Minas Gerais, conhecida como Cemig ( CMIG4.SA ), e Odebrecht. SA

O maior investimento brasileiro da SPIC foi a aquisição da usina hidrelétrica de São Luís, de 1,7 gigawatts, por US $ 2 bilhões. O grupo chinês assumiu a gestão da usina na semana passada, após seis meses de operação supervisionada por sua antiga proprietária, a Cemig.

Waltrick disse que a empresa estava considerando potenciais investimentos para modernizar a usina hidrelétrica, construída em 1978, mas não deu detalhes sobre quanto seria gasto ou potenciais fornecedores.

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