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Governo diz que estuda novo saque do FGTS, mas volta atrás

O Ministério da Economia voltou atrás, nesta quinta-feira, e disse que não estuda permitir um novo saque imediato para as contas ativas e inativas do FGTS. O estudo da medida foi anunciado mais cedo pelo secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Junior.

Depois, em nota divulgada pela assessoria de imprensa, o ministério informou: “O Ministério da Economia informa que não está em estudo nenhuma medida de Saque-Imediato das contas do FGTS”.

Perguntado por jornalistas, nesta quinta-feira, se o governo estudava uma nova rodada de saques do  dinheiro dos cotistas.

Os saques imediatos do FGTS começaram em setembro para os correntistas da Caixa, que tiveram o crédito automático em conta, e em outubro para não correntistas. Pelas regras atuais, quem ainda não sacou o dinheiro tem até o dia 31 de março para fazer a retirada.

Primeiro, o governo lançou um calendário de até R$ 500 por conta vinculada do FGTS. Depois, decidiu liberar a retirada da totalidade das contas que possuíam saldo de até R$ 998.

Segundo informou a Caixa Econômica Federal, quase 37 milhões de trabalhadores que têm direito ao saque ainda não resgataram os recursos. Até fevereiro, ainda restavam R$ 15 bilhões para serem sacados. De acordo com a Caixa, foram resgatados R$ 27,65 bilhões, o que beneficiou um universo de 60 milhões de pessoas.

O saque imediato não tem relação com o saque-aniversário, que só começa a ser pago em abril de 2020. Essa liberação abrange contas vinculadas do FGTS que ainda estão recebendo depósitos do empregador atual e também de empregos anteriores, as chamadas contas inativas.

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