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Equipamentos do Comperj ficam parados no Porto do Rio

Estruturas da UPGN, do Comperj estão parados no Porto do Rio, a empresa responsável pelo transporte mantém o equipamento atraso no pagamento.

Com mais de 50 dias paradas no Porto do Rio de Janeiro, as Estruturas modulares da unidade de processamento de gás natural (UPGN) do Comperj estão detidos por falta de pagamento.

O Consórcio Kerui Método (KM), responsável pelas obras no Comperj, em Itaboraí, no Rio de Janeiro , não pagou a empresa de logística pelo transporte, via balsas, dos equipamentos.

As obras foram reduzida no Comperj, pela pandemia, não só a Petrobras mas todas as petroleiras serão afetadas em toda a cadeia de fornecedores do setor.

A paralisação das obras na Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Comperj pelo consórcio formado pela chinesa Kerui e pela brasileira Método Engenharia terá consequências graves na região, podendo acarretar em diversas demissões.

No início do mês de maio, carta aos fornecedores da construção da UPGN alertando que a  pandemia impediria de cumprir “certas obrigações” e que, por isso, negociaria o reagendamento de pagamentos.

Na carta enviada aos fornecedores, Kerui responsabiliza a pandemia e preocupou as empresas brasileiras que participam do projeto de construção da UPGN.

De acordo com a Kerui, o consórcio vai priorizar o pagamento das empresas fornecedoras chinesas e estrangeiras.

Uma nova crise  deste tipo pode significar a falência destas empresas brasileiras, o agravamento do desemprego.

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