Energia

Energia: Qual é a estratégia brasileira?

Quando pergunto a executivos que dirigem empresas e instituições localizadas em nosso país, sobre o título deste cargo, a resposta sempre vem em tom preocupante e decepcionante: “não há”!

Para quem está ciente do que acontece em uma lista de países – desenvolvidos ou emergentes bem estruturados na área de energia – há uma sinalização clara de estratégias.

Eles buscam alcançar e manter a competitividade. Eles criam programas testados em todo o mundo que os colocam no topo do mercado e não na base (como é o caso do Brasil em relação ao BRICS).

Não há aqui um cronograma oficial publicado com atividades, prazos e responsáveis ​​envolvendo o regulador, os ministérios, o operador do sistema, a câmara de compensação de energia, a justiça e os legisladores, o que proporciona transparência e tranquilidade para quem participa do mercado.

Estamos sujeitos a uma minoria – a “nomenklatura” oficial – na qual o mercado é o grande perdedor.

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