Offshore

Enauta lança processo de licitação para FPSO do campo de Atlanta

A petroleira brasileira Enauta lançou a licitação do FPSO para o desenvolvimento integral do campo de Atlanta, na Bacia de Santos, offshore do Brasil.

O campo de Atlanta tem produzido petróleo por meio do Petrojarl I FPSO – um sistema de produção inicial.

A expectativa da Enauta é que o processo licitatório do FPSo de desenvolvimento integral em campo seja concluído em 10 a 12 meses, com a participação de empresas com experiência comprovada no desenvolvimento de projetos semelhantes.

A licitação considera um FPSO com capacidade para processar 50 mil barris de óleo por dia, ao qual serão interligados de 6 a 8 poços produtores, incluindo os 3 poços já em operação no Sistema de Produção Antecipada (EPS). 

Segundo a Enauta, o processo licitatório considera a adaptação de um FPSO existente, que nunca foi implantado, viabilizada por um contrato de exclusividade de 12 meses com opção de compra firmado pela Enauta. O licitante vencedor terá o direito de exercer essa opção, disse a Enauta.

Carlos Mastrangelo, Diretor de Produção e Desenvolvimento, comentou: “Estamos iniciando a licitação muito confiantes na resiliência do nosso projeto. O EPS nos trouxe informações relevantes para reduzir as incertezas na implementação do FDS, que será desenvolvido utilizando apenas tecnologias bem conhecidas. ” 

A Enauta, que em breve terá uma participação de 100 por cento no campo de Atalanta, após a decisão da Barra de sair do campo,  no mês passado retomou a produção do campo de petróleo de Atlanta.

A Enauta, antes conhecida como Quireoz Galvão, havia anunciado em novembro de 2020 a “suspensão preventiva” da produção do campo de Atlanta, após corrosão encontrada em alguns dos equipamentos que poderiam prejudicar a funcionalidade.

A empresa decidiu então substituir os tubos de um dos aquecedores do poço 7-ATL-4HB-RJS do campo.

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