Energia

Eletronuclear definirá durante a semana a retomada de Angra 3

Eletronuclear definirá durante a semana a retomada de Angra 3

Durante toda essa semana a Eletronuclear irá decidir soluções para definir as obras de Angra 3. Em uma reunião realizada na sede da empresa com as empresas associadas a ABDAN, estabeleceu-se a expectativa da escolha de um caminho para os próximos dias. As informações surgiram a partir das agendas do diretor técnico e do presidente da Eletronuclear.

 As decisões iniciaram com o objetivo de ouvir as opiniões do mercado sobre qual modelo de negócio é mais adequado e atrativo para a retomada da construção da usina, que está com obras inativas desde 2015.

Confira a agenda de reuniões: Na segunda-feira (6), reuniões com a Framatome e depois com os executivos da Westinghouse; na terça-feira (7), reunião para tratar do assunto e depois com a INB; Nesta quarta (8), durante o dia será discutido este tema, reunião com a SPIC e em seguida a norte-americana Westinghouse.

Dentre as reuniões será discutido a extensão da usina angra 1, a primeira usina nuclear brasileira. O encontro com a empresa estatal russa Rosatom, em princípio marcada para hoje, foi transferido para o dia 20 de maio. A quinta-feira (9) estará dedicada a reuniões com a chinesa CNNC e com a francesa EDF e, para finalizar, com o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, peça chave na retomada das obras de Angra 3, e que terá um panorama geral das empresas que decidiram participar das obras e em que condições.

Segundo Celso Cunha, presidente da ABDAN,  “A Eletronuclear já apresentou tudo o que está fazendo, todos os procedimentos realizados para que a empresa chegue à fase de licitação, escolhendo um parceiro privado. A Eletronuclear está cumprindo os prazos que prometeu até agora. O próximo passo agora é definir o modelo, efetivamente”. Até junho a estatal pretende é decidir sobre o modelo de negócio que srá usado para assim divulgar o edital para a escolha da parceria privada.

O investidor privado irá concluir a construção de Angra 3, sendo assim, sócio  minoritário da SPE, se restringindo à Angra 3. Um segundo modelo é o de formar parceira na Eletronuclear como um todo, se tornando acionista minoritário na empresa. E o último é a contratação de empresa para terminar Angra 3 sem ser acionista da Eletronuclear.

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