Energia

Desenvolvimento solar fotovoltaico recebe impulso de US $ 50 milhões no Brasil

A IFC e o Banco Santander estão fazendo parceria para impulsionar a comercialização de painéis solares fotovoltaicos e apoiar pequenas empresas.

A IFC está fornecendo o financiamento total de US $ 100 milhões ao Santander Brasil como parte de seu programa para mitigar os impactos da pandemia COVID-19.

Metade do financiamento será destinada à comercialização de painéis fotovoltaicos. O restante destina-se a impulsionar o acesso ao crédito por parte das pequenas e médias empresas (PME), das quais pelo menos 20% será direccionado para as PME detidas por mulheres.

“O financiamento de linhas de crédito verdes neste momento é fundamental para apoiar a transição para uma economia mais limpa, com foco em pequenas empresas e empreendedores”, afirma Franco Fasoli, diretor de Empresas, Governos e Instituições do Santander Brasil.

“Esta nova parceria com a IFC nos permite expandir nossas operações nessas importantes frentes de ação.”

O Santander Brasil é pioneiro no financiamento de projetos de geração de energia solar, desde grandes usinas solares até a venda de painéis fotovoltaicos para pequenos produtores. O Banco concedeu financiamento para 285 parques eólicos, que respondem por 30% da capacidade instalada de energia eólica do Brasil.

O Santander Brasil também afirma ser um dos líderes no financiamento a PMEs no Brasil.

Antes deste financiamento, o apoio mais recente da IFC para o setor de energia do Brasil foi um empréstimo de 15 anos de $ 288 milhões para a UTE GNA I Geração de Energia para o desenvolvimento, construção e operação de uma usina integrada de gás natural liquefeito para energia no Porto de Açu em estado do Rio de Janeiro.

O projeto, com início de operação comercial previsto para 2021, inclui uma usina elétrica de ciclo combinado de 1.3 GW com turbina a gás, que será ligada à rede nacional. A iniciativa tem como objetivo apoiar a diversificação da matriz energética brasileira e melhorar a resiliência e confiabilidade do sistema elétrico.

A GNA I também é vista como um trampolim para o primeiro hub privado de gás natural totalmente integrado no Brasil e um dos poucos na América Latina.

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