Empregos

Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro vai contratar 400 trabalhadores

O Consórcio Intermunicipal dos Municípios do Leste Fluminense (Conleste) espera para o primeiro trimestre do ano que vem a contratação de pelo menos 400 trabalhadores com a retomada das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Representantes do consórcio se reuniram na última terça-feira com o presidente da Petrobras, Pedro Parente, que confirmou o investimento de cerca de R$ 10 bilhões no projeto até 2020.

A Petrobras negocia ainda com uma empresa chinesa para avançar em outro projeto: o Rota 3, conjunto de dutos e gasodutos, de 232 quilômetros, que liga a Bacia de Santos a Jaconé, em Maricá, além de uma unidade de processamento de gás natural. Há ainda outro plano, que pode resultar na modernização de todo o parque de refino do estado. Tudo isto feito em parceria com uma empresa chinesa, com a qual a estatal negocias os termos de um acordo.

MÃO DE OBRA LOCAL

A conclusão da planta é importante para que a Petrobras pare de queimar gás natural nas plataformas. A prática tem impactos ambientais e precisa de autorizações e licenças rígidas emitidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), o que, com o tempo, pode tornar a operação mais custosa.

Presidente do Conleste, o prefeito Rodrigo Neves (PV) sugeriu que a Petrobras privilegie a mão de obra local nas operações do Comperj. Parente aprovou a ideia.

— Acho uma proposta realmente muito adequada e garanto que, se dependesse apenas de mim, ela já seria adotada, mas é preciso aprovação da diretoria e vou levar o tema para a próxima reunião — afirmou o presidente da Petrobras.

EXPECTATIVA PREOCUPANTE

Investigadas na Operação Lava-Jato, as obras do Comperj estão paralisadas desde 2014. No entanto, os efeitos locais da retomada de investimentos podem ser menores que os estimados anteriormente, devido à revisão dos percentuais de referência adotados para a política de conteúdo local da indústria petrolífera. (Fonte)

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