Benefícios

Como funcionaria a prorrogação do Auxílio Emergencial 

Apesar de não ter nada definido ainda, o governo está sofrendo grande pressão para a decisão sobre a nova prorrogação ser tomada. Afinal, espera-se uma nova onda do novo Coronavírus e obviamente isso preocupa a todos.

A saber, a primeira onda da pandemia deixou muitos estragos por onde passou, tanto entre a população quanto na economia, sendo assim a preocupação é muito válida.

Mesmo com toda a pressão, o governo não se decidiu pela nova prorrogação ainda. O projeto teria em torno de mais duas a três parcelas, porém nada está certo por enquanto.

Por que mais uma prorrogação?

Um dos motivos além da possível nova onda de contágios pelo Coronavírus, é o fato de ser mais fácil dar outra rodada de benefícios pré-estabelecidos do que reformular um programa de grande porte como a Bolsa Família.

Por conseguinte, talvez custasse mais, além de não terem escolhido o novo nome e fonte de retirada, é uma coisa que estão adiando mais uma vez. Por fim, fazendo a prorrogação do Auxílio Desemprego ser de certa forma, um pouco mais simples na visão administrativa.

Como funciona o Auxílio Emergencial

Assistência de Emergência é um benefício financeiro concedido pelo governo federal a trabalhadores informais, microempresas individuais (MEI), autônomos e desempregados para fornecer proteção de emergência enquanto lidam com a crise pandêmica COVID 19. Ademais, a CAIXA atua como operadora desse benefício e as dotações para pagamentos são oriundas do governo federal por meio do Ministério da Cidadania.

Inicialmente seriam três parcelas, porém, a situação ainda não estava boa o suficiente fazendo o governo decidir por mais duas parcelas e prorrogando ainda uma segunda vez para mais quatro, totalizando nove parcelas até o momento. Contudo, com a possível nova onda de surtos de Covid-19, está sendo cogitada a ideia de prorrogar mais uma vez o benefício.

Quem tem direito ao pagamento

Se você é cidadão maior de 18 anos ou mãe menor de 18 anos e atende a todas as condições a seguir, pode solicitar este benefício:

Desempregado ou trabalhando nas seguintes condições:
Microempreendedor individual (MEI);
Contribuintes individuais de segurança social;
Trabalhadores informais;
Aqueles que pertencem à família cuja renda per capita mensal não exceda meio salário mínimo (R $ 522,50), ou a renda familiar total não ultrapasse três (três) salários mínimos (R $ 3.135,00).

Quem não tem direito

Quem tem emprego com carteira assinada ativo;
Pertencer a família com renda acima de três salários mínimos (R $ 3.135,00) ou cuja renda mensal seja superior a meio salário mínimo (R $ 522,50) por pessoa;
Receber seguro-desemprego;
Se recebe Benefícios da Previdência Social, Assistência ou Transferência de Renda Federal, exceto para o Bolsa Família;
Recebeu lucro tributável superior a R $ 28.559,70 em 2018, conforme declaração de imposto de renda.

Entendendo os Ciclos de Pagamento

Ademais, apesar das parcelas adicionais, nem todas as pessoas receberão, uma vez que o governo afirmou estar se esforçando para pagar as parcelas totais até o final de dezembro, já que inicialmente seriam pagas até o começo de janeiro.

Resumidamente os ciclos de pagamentos funcionam desta forma:

Ciclo 1: foram os primeiros a se inscrever, logo em abril receberam a 1º parcela e assim receberão 9 parcelas, sendo elas 5 de R$ 600,00 e 4 de R$ 300,00;
Ciclo 2: foram as pessoas que começaram a receber em maio, totalizando 8 parcelas, sendo 5 de R$600,00 e 3 de R$ 300,00;
Ciclo 3: foram as pessoas que começaram a receber junho, recebendo 7 parcelas no total, sendo 5 de R$ 600,00 e 2 de R$ 300,00;
Ciclo 4: foram as pessoas que começaram a receber em julho, portanto ficaram com a menor soma do benefício, recebendo o total de 6 parcelas, sendo elas 5 de R$ 600,00 e apenas 1 de R$ 300,00.

Há ainda mais dois Ciclos, porém a explicação acima resume todas as informações, deixando-as mais claras em apenas quatro ciclos. Além disso, uma vez que os outros dois ciclos deixam a informação mais difícil de ser entendida, sendo eles um calendário de pagamentos e recebimentos.

Primeiramente, a reação de muitos inscritos foi negativa a esse esquema, que não cumpriu com a promessa inicial. Pois afirmava que independente do prazo de inscrição, seriam efetuados pagamentos das parcelas de forma igual.

Entretanto, o governo retrocedeu na decisão e os ciclos comprovam que a distribuição do auxílio emergencial não será feita de forma igual para todos. Contudo, a maioria das pessoas entendeu errado, as parcelas que seriam distribuídas de forma igual, seriam as primeiras cinco de R$ 600,00 e não as adicionais de R$ 300,00.

Como os pagamentos são executados

Os pagamentos são feitos pelo aplicativo CAIXA Tem, deixando disponíveis pagamentos de contas online e cartão de débito digital para compras. Por conseguinte, podendo ser efetuados saques de acordo com o calendário que foi desenvolvido a partir da data de nascimento dos inscritos.

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