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Brasil retira status diplomático de oficiais de Maduro em demonstração de apoio a Guaido

As autoridades brasileiras retiraram o status diplomático de 29 funcionários venezuelanos no país, chamando-os de representantes de um regime “ilegítimo”.

As autoridades brasileiras retiraram o status diplomático de 29 funcionários venezuelanos no país, chamando-os de representantes de um regime “ilegítimo”. O governo brasileiro declarou os diplomatas venezuelanos ” personae non gratae “, termo legal que significa que o representante oficial estrangeiro não é mais bem-vindo no Estado.

No entanto, o governo liderado por Jair Bolsonaro não pediu aos funcionários que deixem o país, mas afirmou que os enviados perderão todos os privilégios diplomáticos, incluindo a imunidade de serem isentos de ficarem sujeitos à aplicação da lei brasileira. Isso significa que os 29 funcionários venezuelanos, que se acredita serem os leais assessores do presidente Nicolas Maduro, serão tratados como cidadãos estrangeiros comuns e, portanto, terão que deixar de exercer funções diplomáticas ou se apresentar como tal.

A medida é uma tentativa de expulsar os partidários de Maduro do Brasil e a demonstração de apoio de Bolsonaro a Juan Guaido, oponente de Maduro, que o presidente brasileiro reconheceu como o líder legítimo da Venezuela no ano passado, dando ao enviado de Guaido o status de embaixador.

Situação na Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, que atualmente enfrenta severas sanções de vários países, incluindo os Estados Unidos, na semana passada perdoou mais de 100 líderes da oposição antes da votação crucial de dezembro em uma tentativa de retratar a eleição como justa e livre.

Maduro empurrou seu país para a maior crise econômica da América Latina, enquanto o país rico em petróleo está lutando para colocar até mesmo produtos básicos no mercado, com os preços disparando e as pessoas fugindo para as nações vizinhas em busca de uma vida melhor.

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