Economia

Brasil pondera novo pacote de ajuda de 3 meses no valor de US $ 1,1 bilhão por mês

O governo brasileiro está preparando uma nova rodada de transferências emergenciais de renda para milhões de pessoas pobres e vulneráveis, que seria menor que a do ano passado e viria com mais restrições, informou o jornal Folha de S. Paul na noite de domingo.

As propostas de três parcelas mensais de 200 reais (US $ 37) serão destinadas a trabalhadores informais ainda não inscritos no popular esquema de benefícios “Bolsa Família” e custarão cerca de 6 bilhões de reais (US $ 1,1 bilhão) por mês, disse o jornal, citando fonte do governo envolvidos nas negociações.

O programa se chamará ‘Bônus de Inclusão Produtiva’, ou sua sigla em português ‘BIP’.

O Ministério da Economia disse que não pode confirmar a história.

Em resposta à pandemia do COVID-19 no ano passado, o Brasil lançou um programa de ajuda emergencial para milhões de famílias pobres, no valor de cerca de 322 bilhões de reais. As transferências de dinheiro expiraram em dezembro. 31, mas a pressão está crescendo para reanimá-los de alguma forma.

Arthur Lira, o recém-eleito presidente da Câmara, tuitou na manhã de segunda-feira que ambas as câmaras e o Executivo devem traçar um programa “viável” “para aqueles que mais precisam,” enquanto “sempre respeitando o teto de gastos”.

Um teto de gastos constitucional limita o crescimento dos gastos públicos à taxa de inflação do ano anterior. O ministro da Economia, Paulo Guedes, insiste que é a “super âncora” fiscal do governo e não deve ser violada.

Os gastos emergenciais do ano passado foram aprovados sob um orçamento de “estado de calamidade” e não estavam sujeitos aos orçamentos habituais, o que significava que o limite não foi oficialmente quebrado.

Os mercados financeiros ficaram nervosos com a possibilidade de o limite romper este ano se o governo reviver o estímulo pandêmico de emergência, aumentando as taxas de juros de mercado e derrubando a moeda.

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