Energia

Banco Mundial ajuda o Brasil a fortalecer seu setor de energia

O empréstimo será usado para financiar o Projeto de Fortalecimento dos Setores de Energia e Minerais II (META 2).

Instituições públicas e agências setoriais terão acesso a atividades de assistência técnica, incluindo estudos, treinamento, metodologias, bancos de dados e equipamentos de TI.

O empréstimo chega em um momento em que o setor de energia do Brasil não está conseguindo atingir todo o seu potencial de desenvolvimento e promove a sustentabilidade ambiental e a inclusão social.

Com o empréstimo, o Brasil deverá aumentar sua produção de energia mais confiável, a preços mais baixos.

O Ministério da Energia do Brasil utilizará o empréstimo para:

  • Aumentar a eficiência, a adequação da infraestrutura a longo prazo e a resiliência climática nos setores de energia e mineração.
  • Fortalecimento institucional de instituições de energia e mineração para estabelecer e implementar estratégias, políticas e regulamentação; e
  • Suporte à implementação, monitoramento e avaliação, compartilhamento e disseminação de conhecimento.

“Os setores de energia e mineração estão entre os principais impulsionadores da economia brasileira, pois formam a base para a sustentabilidade dos setores industrial e comercial, além de levar à prestação de serviços essenciais para a qualidade de vida dos cidadãos. Este projeto é uma continuação da colaboração de longo prazo com o Banco Mundial. Essa nova fase promoverá mudanças para apoiar a extração e o processamento sustentáveis ​​de minerais e metais para atender às necessidades da cadeia de suprimentos global de insumos e novas tecnologias. Em energia, o trabalho conjunto permitirá aumentar a eficiência e a resiliência dos mercados no Brasil ”, afirmou Bento Costa Lima Leite, ministro de Minas e Energia do Brasil.

” A primeira fase da META forneceu assistência técnica para fortalecer a capacidade das principais instituições públicas de aumentar as contribuições do setor para uma trajetória de menor crescimento de carbono, ambiental e socialmente sustentável”, diz Paloma Anós Casero, diretor do Banco Mundial para o Brasil. “Esta segunda etapa visa aumentar a eficiência, a adequação da infraestrutura a longo prazo e a resiliência climática nos dois setores, permitindo que eles cresçam de maneira mais eficiente e competitiva”.

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