Benefícios

Auxílio Emergencial de R$ 600 é pressionado a manter até dezembro; entenda

Senadores e deputados federais apresentaram cerca de 260 emendas à MP 1.000/2020. Essa medida provisória prorroga o auxílio emergencial, mas reduz seu valor de R$ 600 para R$ 300. A maioria das emendas apresentadas pelos parlamentares visa impedir tal redução, mantendo o valor do benefício em R$ 600. A reportagem é da repórter Hérica Christian, da Rádio Senado.

Centrais Sindicais pressionam Congresso pela manutenção dos R$ 600 para o auxílio emergencial

As Centrais Sindicais estão pressionando o Congresso a manter o valor do auxílio emergencial em R$ 600. O governo Jair Bolsonaro trabalha com um cenário de extensão do benefício até dezembro, por meio da Medida Provisória (MP) 1.000, e deve iniciar os novos pagamentos de R$ 300 no dia 17.

A ideia das centrais é lançar na semana que vem a campanha “#600 pelo Brasil, Bom Para o Cidadão, Para a Economia e Para o Brasil” e pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a pautar a MP. “Coloca o auxílio emergencial pra votar, Maia!”, diz a campanha segundo o jornal Folha de SP.

O esforço do governo vai no sentido oposto e a luta agora é para que a MP não vá para votação, já que pelo prazo constitucional o texto perderá validade em 120 dias, o suficiente para que as parcelas restantes sejam garantidas no valor reduzido.

Muitos parlamentares da oposição e de centro-direita buscam entendimento para que o texto da MP eleve as parcelas do benefício de R$ 300 para os R$ 600 que estavam valendo até agosto. Os integrantes do programa Bolsa Família serão os primeiros a receberem a nova parcela com o valor reajustado e o público geral ainda não tem data para embolsar o auxílio reduzido.

Ontem (8) foi o último dia para inscrição de emendas na Medida Provisória e cerca de 264 propostas haviam sido protocoladas.

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