Economia

Até 2022 a abertura do mercado de gás natural poderá criar 7.500 empregos no Pará

O estado do Pará planeja ingressar no Grupo Nacional Brasileiro, que fornecerá gás natural através de gás natural até 2022.
O Ministério do Desenvolvimento, Mineração e Energia espera que as opções de energia alternativa atraiam empresas da região porque o uso de combustível é mais competitivo do que o uso de eletricidade.
Segundo o governo do estado, a abertura do mercado de gás natural pode gerar R $ 4 bilhões em investimentos e gerar aproximadamente 7.500 empregos diretos e indiretos.
Primeiro, o uso de gás natural será usado diretamente na montagem e fornecimento da indústria do alumínio e usinas termelétricas em Barcarena.
O projeto espera a expansão da rede de gasodutos da Companhia de Gásdo Pará, com o objetivo de adaptar o suprimento de produtos à demanda final e reacender a atividade econômica após o final da pandemia de Covid-19.
Bernardo Sicsú, chefe de energia e gás da Abraceel e vice-coordenador do Fórum de Gás Natural, relatou: “O mercado de gás natural desempenha um papel importante na matriz energética global. O preço do gás natural está espalhado por vários produtos, portanto o custo dobrou em toda a cadeia econômica. Os preços caíram. O efeito em cascata trará benefícios para toda a economia “, afirmou
Para garantir um preço competitivo no mercado, especialistas, agentes de mercado e departamentos de produção exigem maior concorrência no setor de gás natural, um dos principais sinais da proposta é a “Nova Lei do Gás Natural” (PL 6.407 / 2013).
O texto, que será votado na Câmara dos Deputados nas próximas semanas, propõe reduzir a burocracia na construção de gasodutos de gás natural e promover o acesso dos investidores a toda a cadeia de gás natural.
O principal obstáculo é o monopólio da Petrobras, que atualmente controla 100% do processamento de gás natural brasileiro e 80% da comercialização de gás natural.
 “A falta de concorrência fez os preços despencarem e dificultou o desenvolvimento das principais indústrias consumidoras de combustível do país”, afirmou o vice-representante da concorrência, Paul Bentson.
Laércio Oliveira, vice-presidente do relator do Comitê de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, explicou que em muitos estados, a construção de infraestrutura envolve a construção de gasodutos de gás natural, semelhantes aos utilizados no transporte de gás natural, de canalizações domésticas, para expandir e internalizar a rede em todo o país, o PL 6.407 / 13 recomenda que as empresas só precisem obter aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), sem a necessidade de licitação pública para a construção dessas estruturas.
Laércio completou dizendo que espera votar a “Nova Lei do Gás Natural” em julho e afirmou que os tópicos a serem discutidos claramente na reunião plenária dependem da aprovação do pedido de emergência do vice-presidente Paulo Ganime e da aceitação do líder e do presidente pelo deputado Rodrigo Maia.
Voltar ao Topo