Offshore

Antes tarde do que nunca. Petrojarl I FPSO chega ao Brasil

O operador brasileiro de petróleo e gás QGEP informou que o Petrojetl I FPSO chegou ao Brasil e agora está no campo offshore de Atlanta, onde começará a produzir petróleo, quase dois anos atrás da programação original.

FPSO Petrojarl da Teekay Entrei em águas brasileiras em 31 de dezembro de 2017 e cheguei ao Atlanta Field no final da manhã de 8 de janeiro. O campo de Atlanta fica a cerca de 185 quilômetros do Brasil.

O Petrojarl que eu tinha gasto quase 30 anos no Mar do Norte, quando decidiu que o FPSO seria atualizado e redistribuído para o Brasil com uma carta de cinco anos com a QGEP. O FPSO deveria começar a produzir petróleo no campo de Atlanta em meados de 2016, porém os atrasos nas obras de atualização no estaleiro Damen nos Países Baixos obrigaram o operador a prolongar a primeira data do petróleo.

O FPSO autopropulsionado passou 14 meses na Dock no. 8 em Roterdã , em remodelação de seus sistemas marinhos, casco subaquático, sistema de água do mar, barras de grua, bobinas de aquecimento nos tanques de carga e siderúrgicas especializadas nas áreas de torres superior e inferior, que precisavam ser completamente revisadas e adaptadas para os 1.500 mede a localização de amarração profunda.

Teekay Offshore Partners, como operador do FPSO, e a QGEP agora procederão à interconexão das linhas de produção e controle. Essas atividades estão programadas para serem concluídas em aproximadamente 45 a 60 dias.

A QGEP espera que a produção de campo de Atlanta atinja aproximadamente 20 mil barris de petróleo por dia, de dois poços produtores. O óleo produzido pelo Atlanta Field no Early Production System (SPA) será adquirido pela Shell.

Na chegada do FPSO, Danilo Oliveira, Diretor de Produção da QGEP, disse que o petróleo começaria a fluir no primeiro trimestre, ajudando as empresas a diversificar as fontes de receita.

Voltar ao Topo