Petróleo

Agência internacional vai vender petróleo do pré-sal brasileiro

A empresa Pré-Sal Petróleo (PPSA), com vínculo com o Ministério de Minas e Energia, abriu nesta sexta-feira (18) consulta pública sobre licitação internacional para contratação de agente para escoamento da produção de petróleo do óleo de Tupi campo. A consulta ficará aberta por 30 dias.

Segundo a PPSA, trata-se de um novo modelo de negócio, pois, até agora, o petróleo do país era vendido pelo país na hora (entre empresas, geralmente à vista) ou em leilões.

No novo modelo de negócios, o óleo de Tupi será comercializado por meio de agente escolhido por meio de licitação internacional. A estimativa é que, em cinco anos, sejam vendidos cerca de 3,5 milhões de barris de petróleo, movimentando cerca de US $ 140,5 milhões.

Na Bacia de Santos, São Paulo, Tupi é o principal produtor postal de óleo e gás dos reservatórios do pré-sal. É operado pela Petrobras (65%) e seus parceiros Shell (25%) e Petrogal (10%). A PPSA explicou que, à medida que a produção avançava para uma área não contratada no último mês de abril, foi formalizado um Acordo de Individualização da Produção (AIP), dando ao governo 0,0551% do depósito compartilhado.

Novo modelo

Contratualmente, o agente vendedor da Tupi será responsável por todo o processo de venda durante cinco anos, incluindo localização do comprador, carregamento da produção flutuante, armazenamento e descarga (FPSO), transporte até o ponto de transbordo ou entrega por cabotagem, transporte de longa distância e fins de seguro, inspeção independente e operação de hedge de price oil.

Os agentes vendedores podem participar individualmente ou em consórcio. Pode ser composto por empresas estrangeiras, desde que lideradas por um produtor e exportador nacional de petróleo que atue no pré-sal. O consórcio está limitado a três participantes.

Voltar ao Topo