Energia

A energia eólica no Brasil cresceu 1.115 MW já em 2020 espalhados por 34 projetos

A expansão do setor elétrico até meados de novembro somou 3.934,81 MW liberados pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Segundo dados da agência, em novembro foram cadastrados cinco novos parques eólicos, que juntos somam 155,4 MW de capacidade instalada com aerogeradores, divididos em dois parques eólicos, um na Bahia e outro no Piauí.

Apesar desse crescimento, a termelétrica é de longe a que mais cresce no setor elétrico neste ano, basicamente devido à entrada da UTE Porto de Sergipe em março, que colocou 1.500 MW no SIN. No ano, são 2.034 MW da fonte que passou a operar no Brasil.

O parque eólico é o segundo com 1.115 MW distribuídos em 34 projetos, seguido pelo solar fotovoltaico com 628 MW em 16 usinas, 15 PCHs que agregaram 156,16 MW e um CGH com 1 MW. Não houve novos UHEs lançados este ano no Brasil.

Com o resultado, a Aneel aponta que há mais 379 MW para entrar em operação nos últimos 45 dias do ano. Quase no total, ou 338,85 MW de energia eólica, mais 28,20 MW de energia solar e outros 11,89 MW de termelétricas. Assim, o ano deve terminar com 4.313 MW de novas usinas. Nos últimos 10 anos, é o terceiro menor volume em novas usinas, atrás de 2012 com 3.982 MW e de 2011 quando o país tinha 4.199 MW instalados.

Porém, nos próximos dois anos a previsão é de que os volumes para entrar em operação voltem a acelerar. Em 2021, estão projetados 7.139 MW e 13.564 MW no ano seguinte, o que, se confirmado, será o maior patamar de nova capacidade de geração desde o início da série histórica medida pela Aneel, iniciada em 1997.

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